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Entrevistas Espaço para entrevistas especialmente produzidas pela equipe Plurall.

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  #21 (permalink)  
Antigo 30-09-2009, 19:40
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Acredito que as questões mais importantes relativas o livro Festa Infinita foram esclarecidas na entrevista que dei aqui no Plurall e em tantas outras. Infelizmente, parece que essa não é a posição de alguns, que continuam a criticar sem aceitar os fatos.
Assim, senti-me na obrigação de novamente me defender aqui.
Quanto às colocações do Swarup:
1) Se alguém tinha de pedir autorização para utilizar a foto do Universo Paralello, era o fotógrafo que a comercializou. É assim que funciona.
2) Acho muito triste o fato de Swarup fazer acusações pesadas e descabidas contra mim sem sequer se dar ao trabalho de ler o livro. Um livro em que, por sinal, só faço elogios a ele, ao Universo Paralello, e a seu irmão, Alok. Está, como diz o ditado, julgando o livro pela capa, o que é próprio dos ignorantes.
3) Eu fui, sim, convidado a participar do Universo Paralello, depois de apresentar a proposta do livro. Tanto que não paguei ingresso. Se houver dúvida, ainda guardo a pulseira de convidado como recordação.
4) Quem me convidou a participar e me concedeu diversas entrevistas foi Alok, produtor do festival e irmão de Swarup. Na ocasião, apesar de nunca se auto-intitular “dono” do festival, Alok dividia a responsabilidade da produção com Swarup.
Quanto às respostas que já havia dado a Milene Sodré, coloco em novo comentário abaixo.
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  #22 (permalink)  
Antigo 30-09-2009, 19:47
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Muito tem se falado, no meio eletrônico, sobre o livro “Festa Infinita”, que acabo de lançar. A maioria das críticas tem sido positiva, mas mesmo quando há comentários negativos, tenho os recebido em silêncio. Todos têm o direito de omitir suas opiniões livremente. Vez ou outra, contudo, os críticos exageram, chegando a disseminar boatos e fatos inverídicos. É esse o caso da resenha acima, e é neste caso que me sinto na obrigação de responder. Vou responder em tópicos apenas às afirmações que me parecem mais ofensivas e descabidas. Vamos a elas.
1) Milene Sodré, que é jornalista formada em uma das melhores universidades do país, não se deu ao trabalho de ler o livro inteiro antes de escrever sua resenha. Acho isso uma afronta ao meu trabalho.
2) Eu realmente publiquei um diálogo sem autorização dela, como apontado no texto. Acontece que, seguindo a ética jornalística para ocasiões deste tipo, não a identifiquei no texto. Repito, seu nome não aparece no texto.
3) O grupo Fuck for Forest, cujos integrantes têm o nome citado, concordaram em ser retratados no livro.
4) Eu tinha autorização dos produtores do festival para cobrir o evento e retratar todos os seus detalhes, desde que preservando o direito de privacidade dos participantes, como foi feito no caso de Milene Sodré, até que ela resolveu se identificar na própria resenha.
5) A conversa foi transcrita exatamente como aconteceu.
6) Surpreende-me muito o fato de uma jornalista formada na UnB desconhecer formas de jornalismo imersivo em que autores vão a fundo e buscam sentir experiências na própria pele para melhor transmitir uma realidade a seus leitores. Imagino, portanto, que ela nunca tenha ouvido falar de “novo jornalismo” ou de “jornalismo literário”. Imagino que ela deva desconhecer figuras icônicas do jornalismo mundial, como Gunter Wallraf (jornalista alemão que se disfarçou de turco para mostrar a condição dos imigrantes na Alemanha), ou de Gay Talese (que chegou a frequentar casas de massagem para escrever sobre costumes sexuais nos EUA, e que estará na Flip deste ano).
7) É humanamente impossível para qualquer jornalista cobrir todos as facetas de um assunto. Escolhi ir de ônibus ao Trancendece, porque assim retrataria um grupo de ravers. Infelizmente, não tive condições de ir também de carro.
8 ) Milene Sodré diz que nenhum produtor de rave me conhece, o que é uma grande besteira. Conheço muitos produtores, a maioria dos grandes de São Paulo e alguns de outros estados. Seus chefes, por exemplo, me conhecem bem, pois os entrevistei diversas vezes
9) Não recolhi informações de forma sorrateira, e sim investigativa. Todas as pessoas que tiveram o nome retratado no livro concordaram com isso e sabiam estar diante de um repórter.
10) Meu trabalho não se enquadra no jornalismo marrom, não é sensacionalista, e muito menos superficial. Passei um ano estudando o mesmo assunto e entrevistei quase 100 pessoas.
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  #23 (permalink)  
Antigo 30-09-2009, 21:22
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Enfim ô.Ô
 
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Li o livro e gostei. Achei que se enquadra na proposta, que é ser apresentado a um mundo novo e tentar apresentar a outros q não o conhecem. Mas,

Citação:
Postado Originalmente por TomasChiaverini Ver Post
10) Meu trabalho não se enquadra no jornalismo marrom, não é sensacionalista, e muito menos superficial. Passei um ano estudando o mesmo assunto e entrevistei quase 100 pessoas.

Eu tenho uma opinião, de quem frequenta há certo tempo este meio e de quem leu durante todo este tempo sobre o assunto. O problema Tomas, que a grande maioria das pessoas sabe e infelizmente não tinha como você saber, é que leva-se tempo pra se descobrir toda a cultura por trás do movimento. Eu não sabia do que se tratava em 1 ano, nem com as pessoas me dizendo, ensinando. Era tudo muito novo e grande demais para absorver em tão pouco tempo. Não tem como dizer agora mesmo que sei tudo, é uma cultura muito ampla, abrangente, que tem milhares de influências.

Tenho certeza que fez sua pesquisa e as entrevistas para o livro. Tenho certeza que não buscou ser superficial e quis abranger ao máximo esse universo. Mas é um universo muito maior do que imagina, e a maioria das pessoas que conhecem o mesmo há anos sabem que há mais por trás de tudo isso do que foi descrito. Claro, não esperava que você fizesse um tratado cultural sobre um movimento de contra-cultura nascido há décadas. esperava isto mesmo, um livro do novo jornalismo de quem conheceu a cena por 1 ano.

Não espero te forçar a entrar numa cultura que não curte. Mas se gostou dela, procure mais, há textos maravilhosos e muito conhecimento disseminado. Que infelizmente, são impossíveis de se coletar em 1 ano.

Talvez venha um Festa Infinita 2, não sei. Mas que seja tão bom quanto o primeiro, e tenha a profundidade de quem já passou da fase inicial.


Parabéns pela iniciativa de escrever sobre o tema, e fica o desejo de sucesso.


E é isso... Vlw ae!
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  #24 (permalink)  
Antigo 08-10-2009, 14:03
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FuLL ON FoReVer !
 
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Retornando, de forma breve !

Galera, voltei para dizer que gostei muito de ler este livro.Não achei que houve exageros (este era meu medo inicial) , achei que o livro foi bem escrito e rico em detalhes. Descobri coisas que nem sonhava, após ler fiquei com mais vontade ainda de ir em um festival (ainda nao consegui realizar este sonho).

Bom no fim das contas nao tenho duvida, recomendo o livro sim.

Parabéns ao Autor !
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Nos chamam de loucos,num mundo em que os certos fazem bombas !
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  #25 (permalink)  
Antigo 10-10-2009, 18:29
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Pelas festas nao serem mais um movimento, um grito de liberdade, paz e amor e ser td mto comercial, acho q o autor nao conseguiu sentir a verdadeira ideia da festa, da verdadeira psicodelia (ele conseguiu otimos relatos q dizem exatatemente o q eh uma festa, mas sentir acho q nao)... E atraves de entrevistas ele mostra como isso aconteceu, como as festas foram surgindo e como elas cresceram tanto e tomaram enormes proporções que a gente ve hj...
O livro eh mto bom, recomendo a leitura!!!!
Parabens pela entrevista querido Roosevelt, mto boa!!!!
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  #26 (permalink)  
Antigo 16-10-2009, 12:48
Avatar de Janzito
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Citação:
Postado Originalmente por thefirststone Ver Post
Essa eh a posição do festival Universo Paralello.


Por Milene Sodré (*)

Foi lançado recentemente, pela editora Ediouro, o livro Festa Infinita, o entorpecente mundo das raves, de Tomás Chiaverini.

Logo de cara pensei “lá vem mais uma daquelas publicações falando sobre drogas”.

Mas o que viria a seguir era pior do que apenas mais uma matéria falando do mesmo tópico de sempre.


O falatório na internet entorno do assunto era tanto que resolvi dar uma olhada em alguns trechos do livro e entrevistas a respeito.

Ironia do destino, ou não, deparei de primeira com a tradução de uma conversa minha com Tommy, um dos integrantes de um grupo estrangeiro de sexo explícito, o Fuck For Forest, contratados para um show, em ambiente fechado e restrito para maiores, em uma festa de arte e cultura alternativa, que acontece já há alguns anos na calorosa Bahia.


O jovem escritor começa a transcrição da conversa, analisada e publicada sem autorização, da seguinte forma: “a produtora, com seu inglês abrasileirado (...)”, e mais adiante continua: “Tommy, com seu inglês perfeito (...)”.

Ora bolas, o que tem haver se meu inglês tem sotaque ou não, o que importa é que a comunicação seja estabelecida entre ambas as partes, fato que sempre ocorreu nas minhas conversas informais, viagens e trabalhos.

Tommy fala inglês fluentemente porque nasceu e cresceu na Europa, ele é o típico viajante, era o mínimo a se esperar, por isso não entendi a necessidade da comparação do autor. A princípio achei um tanto quanto preconceituoso, mas relevei.


A história no livro prossegue, deixo passar mais uma ou duas coisinhas que me parecem estranhas até que chega “o grand finale” onde, catastroficamente, o autor traduz uma idéia minha ao Tommy da seguinte forma: “as pessoas da região são pobres, não tem nem o que comer, como você espera que elas entendam o amor?”

Meu Deus! Tudo bem que meu inglês não seja incrível como de Tommy, mas não saber a diferença entre amor e sexo seria demais.

Hoje, no Brasil, até uma criança sabe a diferença entre LOVE e SEX. E, de fato, o que disse é que a comunidade local não entenderia free sex (sexo livre).


Passei 15 dias com o grupo antes do show, fora as horas de leitura e pesquisa prévia na internet sobre o trabalho deles, estava cansada de saber que o lance não era fazer amor e sim sexo explícito mesmo, sexo livre, com todo e qualquer um que se dispusesse a participar, tudo em prol da natureza, até por isso eles se definem como um grupo de eco porn (pornô ecológico).

Que transcrição infeliz essa. Sem autorização para entrevista, muito menos para publicação, além da falta de fidelidade com as palavras.


Outras pessoas citadas no livro, profissionais respeitados, que trabalham há anos na cena, que geram emprego e renda para centenas de pessoas em seus encontros, me relataram o mesmo problema.

O livro é uma festa infinita de transcrições distorcidas e palavras não autorizadas à publicação.


Em uma entrevista do autor para um site de cultura eletrônica a chamada da matéria dizia que Tomás era um bom jornalista, daqueles que vai a fundo nas histórias, e que para fazer Festa Infinita tinha até passado 30 horas num ônibus para conhecer os ravers, 20 dias acompanhando de perto a produção de um festival e, pasmem, tomado ecstasy.

Depois disso desisti de vez do livro e entrevistas a respeito.


Para mim é evidente a irrelevância da publicação e imaturidade do autor, tanto pessoal quanto profissional. Falo isso com a qualidade de quem viu de perto o trabalho de Tomás e também como profissional de jornalismo.

Não conheço, nem nunca ouvi falar, uma única escola de jornalismo no mundo que ensine a seus alunos que para ser um bom profissional, sério e competente, o jornalista precise viver o que vivem seus entrevistados.

Se fosse assim seria essa a profissão mais injusta de todas, um verdadeiro terror.

Imaginem pelo que passaria o pobre jornalista de guerra.

Teria ele que atirar bombas e tomar tiros para compreender o tamanho do sofrimento na fronte?

Pior, coitado daquele que fosse pautado para desvendar a prostituição nas ruas. Será que “o bom jornalista” precisaria mesmo partir libidinoso às ruas e vender prazeres sexuais para descobrir que ganhar a vida com o corpinho não é nada mole? Claro que não.


Ou seja, Tomás andou horas de ônibus para conhecer no máximo 40 participantes de uma festa que recebe 8 mil pessoas.

Cadê a visão de quem foi de carro, de avião, de carona, de bike ou mesmo a pé (acreditem, tem gente que vai a pé). Passou 20 dias com a produção e não conheceu a fundo ninguém, pois até onde sei não tem um produtor da festa em questão que saiba, de fato, quem ele é.

Recolheu informações sorrateiramente e ainda conseguiu distorce-las.

E o pior (ou mais engraçado, já nem sei mais), tomou ecstasy porque quis. Jornal nenhum do mundo pediria ou o obrigaria seu funcionário a tomar algo para conceder maior veracidade à matéria.


O bom jornalista é aquele que fala com o maior número de pessoas possível a respeito do assunto, gente de diferentes ângulos de observação dentro do ocorrido e, principalmente, diferentes opiniões.

Um balanço de todos os relatos captados conduz a linha da reportagem.

Essa é a analise proporcional dos fatos que, junto a uma pesquisa prévia sobre o assunto, garante a riqueza da matéria.


Com tanta coisa pra contar mais uma vez a cena eletrônica é divulgada pela ótica das drogas, visão completamente parcial do todo.

Logo na capa a referência “entorpecente mundo das raves”, e se isso não é referência eu não sei mais o que pode ser.

Quem sabe não terá sido uma bad trip do autor?


Enfim o que quero mesmo é fazer um alerta a todos que curtem e trabalham sério na cena eletrônica.

Cuidado! Movimentos de contracultura sempre foram prato cheio para mídia marrom, sensacionalista e superficial, que está aí só para chamar a tenção e ganhar dinheiro.


É preciso sim se divertir, fazer amigos, socializar.

É principalmente para isso que as festas existem. Celebre sempre!

Porém não se esqueçam que não somos mais cem cabeças na pista.

Hoje somos milhares e é preciso se preservar.


Se abra com o seu amigo, com o amigo do seu amigo.

Passou disso, até segunda ordem, seja apenas gentil.

Tem muita gente estranha chegando de curioso na cena, gente que não sabe o valor do processo coletivo, a riqueza do trabalho em comunidade, gente pensando sempre em benefício próprio.


Em tristes episódios como esse, em que somos alvos do olhar raso dos outros, busco conforto na lembrança de artistas brilhantes como a banda Secos e Molhados que, mesmo em plena ditadura militar, não se calaram e ainda cantaram, em alto e bom som, “eles são muitos, mas não abem voar”.

(*) Milene é produtora cultural e jornalista formada pela Universidade de Brasília.

Milene faz parte da produção do UP.
Só gostaria de deixar claro minha opinião diferente da Milene.
Como ja disse antes, acredito que só tem o direito de criticar quem tem conhecimento de causa. Infelizmente a produtora ja inicia sua fala comentando que leu TRECHOS do livro.
Se o autor escreveu o que não agradou, isso "faz parte". Não to entendendo todo esse chororô.
Imagina o jogador de futebol se doendo com tudo que se escreve sobre eles e o seu mundo boleiro. Ja teriam se matado. Todos eles!
Não quer ser comentado, não bota a cara pra bater. Não faça eventos (falo isso pois minha profissão é fazer eventos).
Como uma pessoa que tem o hábito da leitura desde pequeno, li o livro todo e ahei muito bem escrito. Dei o livro para alguns amigos de fora da cena lerem e todos se mostraram satisfeitos com a leitura. Dentre os que leram e apreciaram o português do autor, tinham empresários, diretores de criação e redatores.
Estranho pessoas com esse nível de entendimento e envolvimento com nosso idioma terem achado o livro minimamente bem escrito e cativante e pessoas que nem leram o livro ou leram trechos metendo o pau.

Paz
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O seguinte usuário disse valeu para Janzito por esse post:
  #27 (permalink)  
Antigo 27-10-2009, 17:57
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Padrão re: [Entrevista] Tomás Chiaverini autor de Festa Infinita

Apesar das criticas li o livro e gostei muito.
Vejo muitos comentarios contra o livro e tenho a impressao que as criticas ruins em geral sao realmente de pessoas que nao leram.
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autor , chiaverini , entrevista , festa , infinita , tomas


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