Fala, gurizada!
Bom, faço das primeiras palavras do tdietzold as minhas: o progressivo me levou à cena eletrônica.
Músico vindo de uma família de músicos, tenho o ouvido bem aberto para todos os tipos de sons, inclusive, vertentes da e-music. Todavia, alguns "barulhos" ainda não batem como eu gostaria; simples questão de gosto.
Prefiro falar sobre o som progressivo como estilo adotado, e não como vertente.
Explico:
Desde o início, basslines graves e "gordos" foram os que mais me interessaram. Começou então a busca por produtores de prog, sempre na preferência dos grooveados. Nesse tempo, todos os produtores supracitados como Neelix, Day.din e Liquid passaram pelo meu HD. Acredito que, como possa ter sido na maioria dos casos, a linha média pra quem começa a procurar por progressive trance fique na faixa dos 135bpms. Aí começa o problema!
Entre downloads variados, começamos a encontrar linhas de 130 (Perfect) à 140 (Yotopia), começa então a dúvida: ainda estamos no progressivo? Vou além: ainda somos progressivos?
Como disse há poucos dias para um DJ e produtor (e meu parceiro de núcleo) que marca sua presença aqui no plurall, o SublimeNaosProject, dentro de toda essa dúvida de progressão, acabei adotando a minha forma "carinhosa" de incluir o que eu achar progressivo no meu
próprio conceito de progressão.
Acredito que esse tema, pelo avanço da produção, se perca, em breve, no conceito simples de "e-music".
Fico, então, com o Perfect Stranger (130) até o Ital (144) e os ponho, com muita propriedade, no meu case de PROGRESSIVE TRANCE!
PROGRESSIVO EM PROGRESSÃO! (muito boa Raver05)