A festa foi muito bem organizada, admito, não peguei uma fila, pra nada, estacionamento, bares, até os preços, estavam bem justos.
Mas assim, o Cream acabou sendo pra mim uma festa normal, bem organizada.
Decoração... não vi
o que era a tenda Itaipava Welcome? gente... um buraco pequeno com uma lona
Não gostei da distribuição das tendas, muito
próximas, e ainda mais com aquele som baixo, pelo amor, isso é uma coisa BÁSICA, isso é capaz de estragar o set de um dj, por mais fóda que seja, e quase acabou com o do Amo & Navas.
Ninguém citou, mas eu curti mto o Gui Boratto. Tava um clima tão gostoso no Main Stage, sabe vc estar no palco principal e não ter um bando de pessoas pulando que nem macaco e trincando os dentes? gritando, rodando camisa pro alto... essas coisas...
Aí assim, depois desse clima, vc sai de um line do tipo Mark kinght, B. Benassi, Tiga, Cosmic Gate, e entra Infected (não to analisando em termos de qualidade não!) to falando que po, mudança muito brusca, acho que a produção cagou ao colocar Infected lá, fechando o evento ainda. 8h da manhã, final da rave, quando você já tah numa 'vibe' completamente diferente, começou aquele som pesadérrimoooo, sério o som do infected cara, virou rock mesmo, pesadão, e aquele mundoooo de gente gritando as músicas em javanêz, em árabe, inglês parecia uma ceita, nossa, visão do inferno, nada a ver com o 'momento' do evento, quebrou a sequencia de dj's.
Acho que faltou MUITO pra justificativa da produção em trazer um line fraco, fazer valer...
"A principal atração do Creamfields, é o
próprio Creamfields...."
Vamos esperar que ano que vem, o Cream venha do tamanho que ele realmente é.
Porque pra mim foi pequeno, em termos de line, e festa.
Mas, parabéns a produção, porque fazer uma festa organizada hoje em dia no Rio.................................