Se você é um viciado em internet como eu, acompanha blogs, twitter e diversas outras redes sociais, deve saber que AVATAR é o filme do momento. Tive oportunidade de ver ontem, em 3D, e aqui vai minha opinião. Não entendo muito de cinema, e nem é preciso entender pra ter certeza de que AVATAR é um dos melhores filmes do ano, mais que isso, é uma obra de arte.
Se você ainda não viu, aproveite enquanto ainda está em exibição em 3D nos cinemas e antes de continuar a ler, eu te garanto, vá até o
ingresso.com e compre.
Cito aqui um pequeno incentivo, retirado do review do Gizmodo:
Citação:
Ao pagar o (caro) ingresso para se divertir horrores, você estará mandando três mensagens para a indústria:
1) que apoia malucos com orçamentos estratosféricos que querem levar a técnica do cinema um passo além;
2) que ir ao cinema ainda faz sentido se ela fizer a experiência valer suficientemente mais a pena que na sua TV de LCD em casa;
3) e que nós, humanos, enxergamos em 3D. E já era hora de o cinema entender isso.
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Não vou falar aqui nada de tecnicas de cinema, direção, por que são coisas que eu não tenho know-how para falar. É só você dar uma passadinha dos principais sites sobre cinema para entender que AVATAR é uma revolução em forma de filme.
Eu to aqui pra falar do ponto alto do filme: o planeta/lua PANDORA. Quando o personagem Jake no corpo de um Na'vi (como são chamados os nativos do planeta) se perde na floresta de Pandora, o público é apresentado a uma atmosfera mágica, eu diria até PSICODÉLICA. Tudo no planeta é fantástico: as criaturas, as plantas, os nativos. E quando você acha que já viu tudo, cai a noite no Planeta Pandora e todos os seres e plantas emitem luzes como fluor. Dá vontade de chorar diante de imensa beleza, que é ainda mais real com ajuda da tecnologia 3D (as plantas quase esbarram em você).
Tentei procurar imagens na internet para ilustrar a floresta, mas acho que só o trailer para passar um pouco do que é.
A relação dos nativos com o planeta é muito mais que espiritual, é física. Tudo no planeta está conectado por uma corrente de "energia", onde os Na'vis guardam e retiram memórias de suas vidas e ancestrais. Uma conexão tão visível que só isso basta para explicar o amor que o povo tem a floresta, e que os humanos já não enxergam mais em seu
próprio planeta.
Na história os humamos vão até Pandora atrás de um minério raro e, óbvio, caro. E é só esse o motivo para tanta destruição. O pior de tudo é que o filme nos faz refletir que esta atitude é muito provável de acontecer caso uma situação assim realmente venha a existir.
Ao final do filme você sente vergonha da raça humana e deseja poder voar até Pandora e viver lá, em comunidade, em plena harmonia.
Veja Avatar.