Olá!
Sou novo poraqui. Neste fórum ainda não escreví. Contudo, passeio pelas páginas e textos, pelos blogs e outras localidades virtuais.
Gostaria de Aprensentar quem Sou.
Moro em Belém do Pará, norte do Brasil. Meus pais chamaram-me e registraram assim, Higor Tohany, no qual Tohany é o nome pelo qual me apresento.
Estou a algum tempo fomentando diálogos sobre o Desenvolvimento de Conhecimentos e Valores no cenário Cultural Eletrônico de minha cidade, através de comunidades, e conversas francas e abertas, deliberadas, com frequentadores e outras pessoas associadas à promoção dos eventos deste contexto.
Vou indo direto ao que gostaria de falar e propor como conversa e diálogo.
Lendo artigos e textos como "Diversão ou Trancendência" do nosso amiogo da comunidade DJ Cau, e participando de diversos eventos open air e indoor aqui em minha cidade, além de festivais desse contexto (FFT), percebo a carência da proliferação de conhecimentos essenciais ao melhor desempenho do indivíduo com a sociedade e consigo mesmo. Valores como respeito e União, aparecem na mitologia do ideal que é buscado nas raves.
tenho feito perguntas como:
O que é buscado nas raves?
O que é oerecido nas Raves?
O que é obitido como um produto cultural utilizável para a mudança que queremos no Mundo?
E outro ponto que acho que tem um debate viável:
Quem são os responsáveis pelo desenvolvimento, Crescimento e Evolução do cenário Cultural eltrônico (e psicodélico)?
Essa ultima pergunta tem como princípio e presuposto, ativar no indivídou (participante do ritual "rave") a memória e a sensibilidade de que ele é Autor de seus atos; que seus atos tem ligações diretas e indiretas no contexto que está sendo vivênciado coletivamente; Ampliar a percepção de que uma rave não é apenas um lugar para descarregar frustrações e encontrar amigos que não se via atempos, sendo também um lugar para aprendizagem e produção cultural;
Baseio nessas perguntas as minhas experências com eventos que participo onde o que é oferecido por quem promove apenas o comercial Dj's/Bar/Banheiros/Estacionamento/publicidade/decoração, deixando de trabalhar o lado imaterial, e também material de cunho artístico/produtivo.
Ao não promoverem a desenvolvimento cultural e a expansão consiêncial dos seus participantes, o evento mantem-se nos moldes de uma festa comum, onde as pessoas estão à merce de seus
próprios interesses, esquecendo os interesses coletivos e comunitários, que são elementos fundamentais e de raizes ancestrais que ligam esses eventos ao misticismo e ao Holismo; elementos esses que trazem à tona a sensação antiga e borrada da trancedência e melhoria da qualidade e maneira de viver neste Planeta em meados de Mudanças Energéticas tão amplamente comentadas pelas comunidades esotéricas e filosóficas do mundo. Mudança de Era. NOvos Tempos. Era de Aquários.
O ser humano está No salão de entrada da Era Planetária. À sua frente está o novo mundo e os novos padrões comunitários. Por isso temos de dar mais atenção aos ensinamentos, ao que é passado para os jovens e mesmo para nós , de mesma idade.
Padrões que envolvem Energias Financeiras exarcebadas, consumismos desenfreados e inconscientes, estão e devm perder força nesses
próximos tempos.
Acho que voei um pouco. Voltando ao desenvolvimento de conhecimentos e valores. Sugiro que nós, quanto participantes do cenário cultural eletrônico, consumidores tecnológicos e de bens participativos, pessoas ligadas às artes e à promoção de eventos, temos de inserir/exigir/fomentar Diálogos e oficinas, workshops e rodas de conversas, contação de histórias. Utilizar os métodos de reencantamento do mundo, amplamente difundidos no meio cultural eletrônico pelos festivais, e por outros meios culturais como encontros de comunidades alternativas (Aldeia da Paz, ENCA, Rainbow). Reencantar, esse é um tema muito importante que deve, em minha opinião, que não é uma opinião apenas minha, ser observado com mais atenção e amor.
Oficinas de mandala em grupo, origami, macramê, dobraduras de papel, colagens, contato e improvisação, cirandas, danças circulares, Mandalas em desenho, poesia, COntos, Histórias para as crianças. São oficinas que um dia de evento podem abranger. Só escolher uma ou duas, dar lugar a esse contexto cultural, dar espaço.
Aqui em belém é assim, só o comercial. Fazem texto lindos para o flyer, falam nesses textos das tags: cultura, natureza, paz, liberdade. e no entanto, fica so no texto, pois imaginar é mais fácilque cumprir. E as pessoas ao final do evento, acham que o saldo foi positivo, pois eles fizeram o que deu na telha deles. "Tem alguem pra limpar no final", infelizmente está sendo assim.
Penso nas oficinas como situações agregadoras, onde conhecimentos simples e de cunho valorosos, comportamentais, são levados em consideração, através de praticas de grupo.
Enfim, penso muito nessas perguntas fomentadoras, e acho que isso é algo que não deve ser pensado só por mim, apensar de quando e falo disso aqui onde eu moro, a maioria das pessoas acham que tou pensando algo novo, quando na verdade isso é algo que deve estar em nosso consciente coletivo, e me foi trazido à luz para que seja codificado em termos humanos, em palavras , em atitudes e idéias, para que seja transfigurado e tornado compreensível, para que alcance às pessoas, e para que delas, seja lançada à outras no univeso inteiro, e quem sabe assim, teremos um mundo mais PLURALL.