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Papo Cabeça Assuntos interessantes e não necessariamente relacionados ao trance.

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Antigo 16-03-2005, 01:10
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Padrão Só pra ficar ligado (tv record)

Achei intereçante q fiquem ciente dessa materia achei super loka!!

http://201.6.103.167:84/psyte/redacao/materias/materia.asp?seq=118

se refera à reporgem polemica do domingo espetacular do dia 13 de fevereiro, sobre raves vs drogas, q achei um pouco sensacionalista e que geralizou mto sobre a cena. Mais e o outro lado da moeda? como diz essa materia.
bom é isso ae... espero q gostem... eu adorei
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Antigo 17-03-2005, 16:45
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Ótima Matéria :wink2:
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Antigo 17-03-2005, 17:08
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num abre

Amiga, não consegui abrir o link... Nem sei o que é...:sad2:
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:yu:www.flogao.com.br/pirrilla:clapping:
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Antigo 17-03-2005, 17:25
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Aki tamb nao abriu , ja devem ter tirado a materia do ar :sad2:
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Antigo 17-03-2005, 17:51
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Oba,
Tbm nao consegui abrir essa materia, mas vi na Record ontem no brasil urgente, uma materia q falava sobre a XXX, as apreensões de drogas e vicks na festa

Depois falava que as festas clandestinas deviam ser combatidas e que os produtores deveriam ser presos, pois ali sim havia a nitida intensão de consumo e trafico de drogas :thurp: :thurp: :thumbdown :thumbdown

Tipo q realmente as drogas sao malditas, fazem as pessoas generalizarem, terem preconceito e achar q quem gosta de trance ou de rave eh drogado:thumbdown :thumbdown

Acho q qt mais a galera aprender a elevar a consciencia so sentindo o trance, mais energia positiva teremos na cena, e, menos problemas...
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:biggrin2: Os objetivos na vida não são lineares, há infinitas formas de alcançar a felicidade, e nossas ações e atitudes são catalisadores para a energia.:rolleyes2
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  #6 (permalink)  
Antigo 20-03-2005, 04:19
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Padrão pra quem não conseguiu ver a materia

Citação:
Postado Originalmente por Beto_ESPM
Oba,
Tbm nao consegui abrir essa materia, mas vi na Record ontem no brasil urgente, uma materia q falava sobre a XXX, as apreensões de drogas e vicks na festa

Depois falava que as festas clandestinas deviam ser combatidas e que os produtores deveriam ser presos, pois ali sim havia a nitida intensão de consumo e trafico de drogas :thurp: :thurp: :thumbdown :thumbdown

Tipo q realmente as drogas sao malditas, fazem as pessoas generalizarem, terem preconceito e achar q quem gosta de trance ou de rave eh drogado:thumbdown :thumbdown

Acho q qt mais a galera aprender a elevar a consciencia so sentindo o trance, mais energia positiva teremos na cena, e, menos problemas...


nossa apreenção de drogas tudo bem.. mais de vick?!? aff ironico da parte deles.... e concordo plenamente contigo... sobre a visão q geraliza e ferra os q são sussas!! vamo q vamo.. a cena deve continuar...


e para aqueles q não conseguiu abrir a materia... vou colocar ela aqui!!

14/03/2005
Psyte vai a TV Record discutir reportagem polêmica sobre raves e drogas
Editorial
Ao contrário de alguns colegas, o Psyte foi até a Record na última semana tirar a história a limpo sobre a polêmica reportagem-denúncia exibida no dia 13 de fevereiro. Como rege o princípio básico do jornalismo, fomos checar os dois lados da moeda ao invés de publicar um texto parcial, mostrando somente a revolta de quem faz parte a cena eletrônica. Nosso papel é informar você, internauta tranceiro, do que realmente se passa por baixo dos panos. Mostrar a cena como ela de fato é e como podemos fazer para que ela não só se eternize na história da música, mas que passe a ser mais bem vista pelos olhos da sociedade.


Infelizmente no nosso país, contamos com uma imprensa marrom que nem sempre é verdadeira e jornalística. Lidamos com pessoas sem o mínimo caráter, que ao invés de buscarem o “furo” jornalístico, buscam a audiência. No Brasil ainda é difícil fazer sucesso com um produto de qualidade, livre dos padrões globais e do sensacionalismo. Mesmo para os jornalistas de longa estrada que tentam se manter alheios as baixarias e reportagens “sanguinárias”, mostrar a verdade de forma imparcial nem sempre faz parte da linha editorial.


Esperamos que ao final dessa matéria, algo seja repensado e discutido não só pelos organizadores dos núcleos de festas, mas por você. Você que curte música eletrônica, que adora ver o dia nascer transcendo ao som, pode mudar tudo isso.


Boas vibrações!






“Tínhamos em mente fazer uma reportagem mostrando os lugares onde os jovens de hoje se divertem. Ao entrarmos em uma comunidade no Orkut, auto-denominada “Raves”, encontramos a pauta: Um internauta que descrevia a “bala” que tinha tomado na última rave e qual ele estava planejando tomar na xxxperience. Junto com ele, vários outros amigos discutiam livremente sobre vários tipos de drogas, como *****, *******, cocaína... Ao mostrar a outros produtores do programa, decidimos no mesmo instante fazer uma reportagem. Já que o uso de drogas em raves é algo público e notório, vamos acompanhar esses jovens e mostrar como é ...”, descreve um produtor do programa da TV Record.


A pedido da própria produção, os nomes dos entrevistados não serão mencionados na reportagem. No entanto, todos os depoimentos são de produtores e editores do programa. A descrição acima foi a resposta da primeira pergunta feita pelo Psyte para a produção do programa, na própria TV Record. No início da primeira reportagem a tal comunidade aparece como sendo um ponto de encontro virtual de drogados. Aliás, depois da exibição da matéria, as conversas simplesmente “sumiram” da página. Os diálogos envolviam todos os cadastrados, inclusive o próprio moderador, afirma a produção da Record.


Durante a primeira reportagem não foi feito nenhum contato com os organizadores da festa. Segundo a produção, a intenção era de fato “chocar” a sociedade com as imagens “exclusivas” de algo, como já foi mencionado acima, “público e notório”. O outro lado da moeda, só seria mostrado, ou pelo menos tentado (como afirma a produção), na suíte da semana seguinte. Na reportagem, imagens de pessoas consumindo dorgas livremente. Pessoas cheirando cocaína em cima da carteira, gente pulando com os olhos esbugalhados, pessoas caídas no chão bêbadas... Intercalando as imagens, depoimentos de jovens internados em clínicas de recuperação. Pessoas viciadas em crack, cocaína e demais drogas foram colocadas no mesmo patamar das “pessoas que vão nas raves”. O Psyte tentou junto a emissora uma cópia da reportagem mas devido a burocracia, optamos por publicar a matéria sem o vídeo.


“Para isso, inúmeros e-mails foram enviados para o dj Feio e o organizador Erik Dias. Ligamos, enviamos vários emails e nada. Com muita insistência, conseguimos uma entrevista com o próprio Erick, no saguão do aeroporto de Congonhas. Mandamos o repórter Afonso Mônaco que voltou dizendo que simplesmente o Érick desapareceu, sem falar com a nossa reportagem”, afirma o produtor.


A versão de Érick, no entanto, é outra. Ele confirma sim a informação de que foi procurado pela reportagem, somente na semana seguinte. No entanto, ao começar a entrevista, o repórter já lançou a premissa de que as raves nada mais são que um playground de drogados. “Eu estava embarcando para Belém do Pará para fechar mais uma xxxperience. Mesmo assim, estava no horário combinado a fim de dar uma resposta a altura das acusações. Perguntei para ele por que não haviam me procurado antes da primeira reportagem. Ele (Afonso Mônaco) disse que não entrou em contato pois a realidade era incontestável, restando agora apenas uma mero direito de resposta dos organizadores. "Eu achei mais prudente mandar uma carta resposta.”, afirma Érick.


Para Cláudia Assef, jornalista e diretora de comunicação da AME, uma organização não-governamental dos amigos da música eletrônica, a atitulde de Érick foi prudente: “É claro que em uma situação dessas você se sente acuado. Eu acho que ele fez o correto. Eu faria o mesmo. Não se pode confiar em uma imprensa parcial, que só mostra um lado e depois da matéria ir ao ar corre atrás do outro. Isso é uma lição básica da faculdade de jornalismo: sempre mostre os dois lados da moeda...”


Conforme o combinado, a carta resposta foi encaminhada a TV Record. No email, foi solicitado a publicação da mesma o que acabou não acontecendo. “Não tem como publicar uma carta que não é assinada por ninguém. Toda a produção do programa leu a carta mas achou prudente não publicá-la por justamente ela não ter sido assinada por nenhum dos organizadores.”, declara o produtor. No entanto, como o Psyte pode comprovar lendo os emails, a carta foi enviada por alguém, no caso, Luis Guilherme Sala, mas conhecido como DJ Feio. Logo, deduzimos que ela foi sim assinada por alguém. Ou melhor, endereçada por alguém... (leia a carta na íntegra no final da página)


Segundo a produção do programa, a carta foi encaminhada para a Corregedoria da Polícia Civil para mais investigações. “Em um dos trechos da carta eles citam que existe segurança nas festas feita por policias. O tradicional “bico” é crime e nós achamos importante encaminhar essa informação à polícia”, afirma o produtor. Segue abaixo o trecho.


“ ... Importante destacar que, além da equipe de segurança contratada, também nos servimos, muitas vezes, de policiais, e ambos são orientados a prestar a máxima segurança possível aos freqüentadores do evento, e em especial, a erradicar qualquer possibilidade de circulação ou consumo de entorpecente...”


O Psyte foi checar esta informação e segundo a polícia civil, não há nada de oficial sendo investigado sobre a tal carta. Tanto a Corregedoria como o Denarc têm conhecimento do documento mas não confirmaram qualquer investigação em torno do assunto. Segundo a assessoria de imprensa do Denarc, a única investigação em constante andamento é da conhecida “Operação Dancing” realizada em clubs e raves. No entanto, devido ao número intenso de festas, é inviável a presença de policiais em todos os eventos.


Há quatro anos, em uma mesma matéria do gênero, a TV Globo levou ao ar uma reportagem-denúncia com imagens de jovens se drogando em raves. A indignação da forma unilateral com que a matéria foi feita levou jornalistas, organizadores e promoters da cena eletrônica a fundarem a organização não-governamental. Hoje, eles já contam até com advogados que podem prestar serviço gratuitamente nos casos de entrevistas a imprensa. “Nós fundamos a AME (Amigos da Música Eletrônica) com o intuito de unir a cena contra o preconceito e também a dissiminação de pessoas sem-noção que detonam não só a si próprio, como também a cena eletrônica. Estamos dispostos a dar todo auxílio a quem precisar de um direcionamento no caso de entrevista ou até mesmo processos judiciais”, afirma Cláudia.


Ironicamente, na semana seguinte o “Fantástico” exibiu uma matéria sobre o ecstasy, apresentada pelo Dr. Jairo Bauer. Ao contrário da Record, a matéria mostrou não só as pessoas que têm problemas com drogas e estão se tratando em clínicas (e não drogados perdidos, sem noção), como também a visão de três djs (Anderson Noise, Marky e Patife) sobre o assunto.


Seguindo nesta linha, o Skol Beats do ano passado serviu de palco para campanha da AME direcionada exclusivamente ao público “Sem Noção”. Faixas e até camisetas foram fabricadas com o objetivo de levar informação sobre drogas e excesso de bebidas.


Se até hoje ainda não fizeram nenhuma matéria do “bem” sobre a cena, talvez este fosse o momento para repensar a forma com que as informações sobre as festas vem chegado à imprensa. O que poucas pessoas tem conhecimento, por exemplo, é na quantidade de empregos diretos e indiretos que são criados com as raves. Além disso, a cultura underground passa a ser esquecida com episódios como este. Ao invés de estarmos disseminando a cena eletrônica, acabamos por ficar restritos a problemática das drogas que não é EXCLUSIVA EM NOSSAS FESTAS. Afinal, ninguém nunca até hoje ousou falar do tráfico de drogas nas escolas de samba. Talvez porque seja a festa-símbolo do Brasil: orgias ao ar livre, sem pudor, movida a muita cerveja e lança-perfume. Talvez seja o fato de ser uma fábrica de ganhar dinheiro, com direito a não só o tráfico de drogas, mas também de armas e sexo.


O Psyte ainda sonha com o dia de ter uma festa sendo transmitida ao vivo, em cadeia nacional. Afinal, a alegria de estar ouvindo o seu dj preferido ao lado de pessoas vestidas à vontade, sem grandes saltos e etiquetas, fazendo novas amizades, dançando em meio a natureza, não tem preço.


Por outro lado, é necessário a divulgação não só de clínicas de recuperação milionárias que enriquessem na mesma proporção com que as drogas vem destruindo vidas de pessoas em todo o mundo, mas também de trabalhos como o da AME o dos Narcóticos Anônimos.


Gratuito e sem fins lucrativos, o NA é uma irmandade de homens e mulheres para quem as drogas se tornaram um problema maior. Não estamos falando de drogados, como a sociedade faz questão de frisar. Estamos falando de pessoas com problemas em relação as drogas. Criada em 1947 nos Estados Unidos, vêm ajudando milhares de pessoas a se manterem longe do vício.


“Acreditamos na vida e em sua velocidade natural de evolução, sem hipocrisia, sem sensacionalismo, sem preconceito, com total respeito as pessoas. Somos da paz , somos profissionais no que fazemos e por várias vezes ajudamos creches, comunidades dos bairros próximos as festas, tribos indigenas e até o povo do Tibet. Precisamos mostrar a cara em defesa da cena, que para mim só me tráz alegria, só me ajuda a seguir no caminho do bem e da evolução espiritual... Muita paz e dança.” , conclui Rica Amaral, dj e um dos sócios da xxxperience.


Links relacionados:
http://www.na.org.brhttp://www.amigosme.orghttp://www.diganaoasdrogas.com.br
Carta de resposta remetetida por Dj Feio

Sexta-feira, 18 de fevereiro de 2005.
ATT: TV RECORD


A/C: Programa Domingo Espetacular


Em razão da matéria exibida na TV Record, no dia 13 de fevereiro, domingo passado, no programa Domingo Espetacular, sobre drogas e raves, servimo-nos da presente para elucidar algumas questões sustentadas no programa que não condizem com a realidade.


No programa, os apresentadores colocam de maneira eloqüente que, em raves, o consumo de drogas é feito abertamente e sem limites por um número grande de pessoas, o que felizmente não é verdade. O que foi filmado no evento e exibido na programa Domingo Espetacular, com certeza, mostra fatos isolados e que não devem ser generalizados, pois enormes injustiças serão cometidas.


Infelizmente, em todo o nosso país, o consumo de drogas por pessoas de todas as idades e classes sociais é cada vez maior e nós, que trabalhamos com entretenimento, também sofremos com isso.


Porém, a grande maioria das pessoas freqüentadoras de festas de música eletrônica vai aos eventos para dançar, ver os djs que são contratados, fazer amizades e não para usar drogas, diferente da forma como foi colocado pela matéria do programa Domingo Espetacular, deixando a impressão para pessoas leigas que todo mundo usa drogas, fato que nos fez receber muitos telefonemas e e-mails, demonstrando uma grande indignação com a matéria e motivo desta nossa carta.


A empresa organizadora do evento realizado no litoral norte de São Paulo, é constituída há vários anos, possui vários funcionários trabalhando diretamente e inúmeros indiretamente, além de diversos prestadores de serviço e sempre trabalhou com muita seriedade e honestidade.


Em todos os eventos realizados por nossa empresa, procuramos cercarmo-nos de todos os meios de segurança disponíveis, já que, além da contratação de equipes altamente especializadas em segurança, também oficiamos todos os órgãos de segurança (polícia militar, polícia civil e defesa civil) com a finalidade de cientificar os mesmos da realização do evento, bem como no intuito de obter auxílio destes órgãos quanto à segurança de nossos consumidores, no aspecto físico e material, ajuda e coordenação no tráfego próximo ao local do evento, além de coibir a circulação de entorpecentes no evento e suas redondezas.


Importante destacar que, além da equipe de segurança contratada, também nos servimos, muitas vezes, de policiais, e ambos são orientados a prestar a máxima segurança possível aos freqüentadores do evento, e em especial, a erradicar qualquer possibilidade de circulação ou consumo de entorpecente. Estes profissionais, inclusive, recebem a incumbência de efetuar revista minuciosa sobre os freqüentadores (dentro do permissivo legal), quando de sua entrada ao evento ou durante a realização do mesmo, caso entendam haver alguma atitude ou comportamento suspeito. Infelizmente, como em qualquer outro evento, é impossível ter um segurança a cada metro quadrado, vigiando cada pessoa presente e em todos os espaços simultaneamente, o que, às vezes, pode resultar em fatos isolados.


Ratificamos que este é um assunto e uma situação delicada e por esta razão achamos indispensável a união das empresas organizadoras de eventos, danceterias, bares, polícia, poder público, imprensa e principalmente os freqüentadores para que possamos lutar contra este mal que aflige todo o Brasil.


Importante também estarmos sempre trabalhando com a prevenção, demonstrando os grandes malefícios provocados pelo uso de drogas e é por esta razão que sempre dizemos que música e dança é vida e é exatamente isto que temos que gostar.


Desde já, colocamo-nos a inteira disposição da TV Record a fim de que a mesma possa ter acesso a nossa estrutura e ao nosso trabalho em realização de eventos.

Sem mais para o momento, reiteramos os protestos de estima e consideração.



Crédito: Giselli Souza
gisellisouza@hotmail.com
http://www.psyte.com.br


( http://201.6.103.167:84/psyte/redaca...ia.asp?seq=118 )
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Antigo 20-03-2005, 06:40
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Postado Originalmente por psyntl
“Acreditamos na vida e em sua velocidade natural de evolução, sem hipocrisia, sem sensacionalismo, sem preconceito, com total respeito as pessoas. Somos da paz , somos profissionais no que fazemos e por várias vezes ajudamos creches, comunidades dos bairros próximos as festas, tribos indigenas e até o povo do Tibet. Precisamos mostrar a cara em defesa da cena, que para mim só me tráz alegria, só me ajuda a seguir no caminho do bem e da evolução espiritual... Muita paz e dança.” , conclui Rica Amaral, dj e um dos sócios da xxxperience.

[/url] )

Sr. Rica Amaral, assino embaixo.

Abs,
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