Vcs são demais, nunca imaginei que um dia fosse ter uma discussão nesse nível num site de internet, rsrs, o site é que é um achado Roosevelt, aliás parabéns pela sinceridade em se abrir e dizer tais coisas. Agradeço pela amizade e acho q vc ao ver essas cosias que vão lá no fundo, vc está
próximo de resolvê-las.
Engraçado, eu resolvi a sminhas em bads tips repetidas nas minahs 5 primeiras festas. Faz tempo isso, esse foi o meu caminho. Talvez tenha encontrado as pessoas certas pra me orientar, e elas me falaram que ao me passarem aquelas informações eu teria no mínimo a obrigação de passar pra frente.
Dali, parti rpa teoria, queria saber de onde vinha aquilo que via e ouvia na
prática. Li e encontrei em palavras na linha do tao, Budas, Osho, e etc. Mais pra frent vou psotar umt texto de Osho falaando exatamente de Niezstche. (valeu Thiago)
E por fim Hórus, as vezes a gente cai em vícios, tipo criticar os católicos, o capitalismo, os 2 juntos, mas quando confrontamso essas críticas contra nós mesmos,a gente fala: "epa, eu sou preconceituoso e nem sabia". E como escolher? O que é melhor rpa nós? Não conheço melhor termômetro que medir os resultados. Vc já pensou por exemplo que a nossa cena "plurall" simplesmente não existe em países muçulmanos (nem em Cuba, nem na China, comunistas)... O zoroatrismo que Niesztche usou de ferramente pra "matar o evangelho" (palavras dele) veio de onde hoje é o Irã. Estranho não?
E como coincidencia nunca é demais, vejam o que me chegou hoje, agora pouco, de um blog chamado samsara:
Abandonar o que nos limita Posted: 11 Mar 2010 01:09 AM PSTAbandonar a fixação é efetivamente um processo de aprender a ser livre, porque cada vez que deixamos ir alguma coisa, ficamos livres disso. Qualquer coisa a que nos fixamos nos limita, porque a fixação nos faz dependentes de algo além de nós mesmos. Cada vez que abandonamos algo, vivenciamos um outro nível de liberdade.
Traleg Kyabgon Rinpoche
Tricycle, outono 2004
(
Tricycle's Daily Dharma, 10/09/2009)
E segue tbm uma das minhas preferidas da época da guerra.
"O fanático é aquele cara que não muda de opinião, nem de assunto" Winston Churchill, 1941"