Bem diante dessa atenção dada ao fórum fico até constrangido de alguns comentários anteriores, por isso convido o autor a participar do tópico se ele desejar, até mesmo para nos contar detalhes da experiência que não estão no livro.
Eu não li o livro, provavelmente não comprarei, mas leria com prazer o ebook...
Mantenho a minha posição, O ecstasy é realmente uma porta de entrada no mundo das festas raves, mas o ecstasy é um empatogênico e não um psicodélico.
A Experiência completa do Trance Psicodélico e das Raves como Ritual Psicodélico é obtida através do uso de Psicodélicos. O Grande Objetivo de uma festa rave é ser um ambiente propício a expansão da consciência e do transe psicodélico.
A música em si prorpociona o transe mas o transe psicodélico só pode ser obtido através do uso de psicodélicos, legais ou ilegais. O ideal é cair sempre pro lado dos legais pois além de não oferecerem riscos penais, são mais seguros, puros e limpos.
O transe psicodélico não pode ser obtido através de empatógenos.
Apesar disso tudo a idéia de experimentar uma "Balinha" para conhecer o outro lado de uma rave pareceu um pouco de preconceito inocente de leigo, preconceito esse que deve ter sido desfeito, após uma experiência de puro amor e trincação, não li o livro não sei o conteúdo, mas o uso de um psicodélico iria produzir um livro ainda melhor.
Recomendo a leitura do novo tópico do ayakamanakam blog para entender melhor a relação entre empatogênicos e psicodélicos.
Ayakamanakam
A Cena não é burra e o público nem sempre representa a cena. As vezes a essência está nos criadores, outras vezes está nos usuários....